Notícia: Facebook chega às bolsas mais atento ao faturamento
Via The Wall Street Journal

Via The Wall Street Journal
Por Leonardo Marioto
Diversos conflitos são ocorridos todos os dias por meio de racismo, homofobia, guerras por um espaço de terra, preconceitos com cores de pele entre outras formas de violência. Mas o que leva as pessoas a se tornarem ‘’animais’’ e brigarem por coisas tão banais não sabendo lidar com as diferenças alheia? É necessário compreender que cada pessoa é distinta, e que graças a isto, as pessoas não são todas iguais, ou seja, a padronização não impera em algumas pessoas. A cultura da televisão com novelas expondo atores ‘’perfeitos’’ e belos gera uma grande angústia para quem não se enquadra neste contexto, e a televisão acaba padronizando muitas pessoas que não possuem elaborações pessoais mais complexas. Por este motivo é de grande importância a busca de seu autoconhecimento para não se deixar levar por padrões impostos pela sociedade.
Por Leonardo Marioto
Por onde olhamos nas ruas das cidades vemos organizações, empresas e corporações de todos os tamanhos e tipos. Com a crescente de organizações não governamentais podemos ver que a cada passo que nos é dado, nos centramos mais nas organizações, mesmo sem fins lucrativos. As pessoas passam uma grande parte de seus tempos em empresas, trabalhando e se dedicando por propósitos pessoais em conjunto de objetivos organizacionais, ocorrendo uma mútua parceria. Nos dias de hoje é impossível vermos o mundo sem corporações, elas são servidas para diversos meios e fins, objetivos e resultados. Toda e qualquer pessoa passa ou passará seu tempo dedicando ao trabalho nas empresas, e isto se tornou inevitável com a crescente onda de oportunidades e carreiras. Mas qual o propósito de uma organização? E por que não podemos mais viver sem elas? Diversas respostas podem ser dadas a estas relevantes questões, no entanto irei focar em minha visão do que é uma completa organização.
Via TED.com
”Tony Robbins discute as “forças invisíveis” que motivam as ações de cada um.”
Via The Wall Street Journal