Notícia: Por que os estudantes da Ásia Oriental são melhores

Via The Wall Street Journal

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Artigo: O que é gestão participativa e suas possibilidades

Por Leonardo Marioto

A modernidade nos pede maiores conciliações entre trabalhadores de todos os escalões da hierarquia projetada. Trabalhadores do chão de fábrica até os altos executivos tomadores de decisões estão a caminho de uma gestão participativa. Esta gestão participativa requer o envolvimento de todos os integrantes das organizações, ou seja, dos mais baixos escalões aos mais altos cargos e funções. Entretanto como podemos juntar todos os trabalhadores de uma empresa em um só modelo de gestão, onde cada um tem sua devida importância no trabalho, adquirindo uma maior satisfação para realizar cada tarefa e função independentemente do cargo em que o indivíduo ocupa? Tomando como referência neste assunto destaco o livro de Robert Henry Srour ‘’Poder, cultura e ética nas organizações’’, onde Robert nos dá duas possibilidades para esta gestão participativa:

Dica de livro: Poder, cultura e ética nas organizações

 

Sinopse: Nas empresas inseridas em mercados competitivos, as relações de trabalho passaram por radicais mudanças: os trabalhadores deixaram de ser descartáveis e desqualificados (meras engrenagens das linhas de produção), para tornar-se trabalhadores qualificados e polivalentes (profissionais organizados em ilhas de trabalho). Ao operário clássico – colarinho azul, indistinto em seu macacão sujo de graxa, peão que todos oprimiam e que quase tudo discriminava – contrapôs-se uma nova espécie de operador, profissional sem uniforme, escolarizado e capacitado, portador de qualificações técnicas sujeitas à permanente reciclagem. Ao uso físico (destreza) que se fazia da força de trabalho do primeiro, opôs-se a utilização das faculdades mentais do segundo (proficiência). Todas essas transformações, no entanto, não resultaram de algum voluntarismo altruísta. Decorreram das inúmeras pressões que a cidadania organizada exerceu no cotidiano das empresas e das ruas. E o processo de intervenção política da sociedade civil veio testando as suas forças e veio redefinindo as relações capitalistas desde o período entre as duas guerras mundiais. O novo desenho conjuga leis de mercado e planejamento indicativo do Estado; faculta parceria entre Estado e sociedade; amarra as ações das organizações a pautas morais de caráter inclusivo; facilita o acesso da população aos benefícios gerados pelas inovações tecnológicas; distingue as organizações estatais das organizações públicas (não-governamentais) no atendimento às necessidades de consumo coletivo; e, por fim, amplia o espaço público, fazendo com que o interesse comum readquira sua natureza primordial de controle exercido pelos cidadãos sobre a coisa pública (res publica).

Autor: Robert Henry Srour

Artigo: Se beneficie de suas experiências formativas

Por Leonardo Marioto

Este artigo vai soar como um texto autoajuda, coisa que não me interesso muito, mas há algumas coisas que podemos nos inspirar para termos um futuro promissor e, mais do que isso, conseguir ultrapassar os obstáculos que a vida nos impõe.

Artigo: A importância de nos mantermos atualizados

Por Leonardo Marioto

Com a competitividade extrema dos recursos humanos no mercado de trabalho, nunca foi tão importante nos mantermos atualizados dentro do contexto de nossa área de atuação, principalmente no que concerne a estudos aprofundados sobre diversos assuntos referentes ao contexto vivenciado. Muitas pessoas acabam suas faculdades e acreditam que nunca mais irão precisar de estudos, e eles estão completamente enganados em relação a isto, a não ser que seus desejos sejam de pequeno porte e que suas realizações não sejam lá grandes coisas. O profissional tem de ter em mente que o mundo atual está muito acirrado, e pausar seu crescimento intelectual é a melhor maneira de se manter estagnado e estacionado em um emprego de baixo nível de inteligência. Quando as pessoas terminam suas faculdades, a coisa mais importante a ter em mente é que nunca irão parar de estudar. Manter-se atualizado com os assuntos inerentes ao campo de atuação, ler jornais e revistas para saber o que está acontecendo com o mundo e quais as suas tendências é crucial para se destacar diante dos demais recursos humanos dispostos no mercado de trabalho, ou até mesmo para conseguir algum cargo mais elevado em sua empresa.

Palestra: David Logan sobre liderança tribal

Via TED.com

”No TEDxUSC, David Logan, professor de administração de negócios, fala sobre os cinco tipos de tribos que seres humanos formam naturalmente — nas escolas, locais de trabalho, até mesmo no departamento de trânsito. Pelo entendimento das tendências tribais que compartilhamos, podemos levar uns aos outros a ser melhores indivíduos.”

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Artigo: Relações construtivas e destrutivas de conflitos nas organizações

Por Leonardo Marioto

As organizações não operam sozinhas. Elas necessitam de capital humano para seu funcionamento de maneira eficiente e eficaz, e, a partir do instante em que temos pessoas trabalhando, inevitavelmente surgem conflitos de interesses pessoais ou grupais, ou seja, objetivos distintos a cada grupo ou participante das empresas. A maior parte dos conflitos organizacionais é provocada por conflitos pessoais (Chiavenato 2009). O conflito significa a existência de idéias contrárias ou interesses pessoais que se chocam quando uma das partes influencia contrariamente ao interesse. Existem três premissas básicas de acordo com Chiavenato (2009) que predispõem o conflito:

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