Por Leonardo Marioto
Como já disse em vários outros artigos, as empresas estão tendo responsabilidades acima dos níveis organizacionais que tinham antes. Nos tempos de início das corporações o fator mais importante era o dinheiro, e os chefes de organizações canalizavam suas energias em um funil que se deparava com o acúmulo de riquezas. Em outros tempos o ingresso da teoria X era o que importava intrinsecamente para lidar com as pessoas e com os seus fatores de produção, tendo como maior meta o lucro, deixando um dos fatores principais de lado que eram as pessoas e suas complexidades de comportamentos. Entretanto esta mentalidade ultrapassada vinda da teoria X veio sendo lapidada aos poucos até a chegada da teoria Y, onde se opôs com a antiga conversa em que o homem não gostava de trabalhar e um de seus únicos fatores motivacionais era o dinheiro. A teoria Y veio em meados da década de 50 para modificar esta visão do trabalhador perante as organizações. Esta teoria baseia-se no ponto em que o homem gosta de trabalhar, detém de responsabilidades, são motivados não só pelo dinheiro, são criativos, possuem determinação e motivação para planos de carreiras e, o mais importante, o homem é um ser pensativo provido de inteligência emocional para a realização de trabalhos cada vez mais intelectuais, deixando a mecanização um pouco ao lado de fora.
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