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Artigo: Responsabilidade social das empresas perante aos participantes das organizações

Por Leonardo Marioto

Como já disse em vários outros artigos, as empresas estão tendo responsabilidades acima dos níveis organizacionais que tinham antes. Nos tempos de início das corporações o fator mais importante era o dinheiro, e os chefes de organizações canalizavam suas energias em um funil que se deparava com o acúmulo de riquezas. Em outros tempos o ingresso da teoria X era o que importava intrinsecamente para lidar com as pessoas e com os seus fatores de produção, tendo como maior meta o lucro, deixando um dos fatores principais de lado que eram as pessoas e suas complexidades de comportamentos. Entretanto esta mentalidade ultrapassada vinda da teoria X veio sendo lapidada aos poucos até a chegada da teoria Y, onde se opôs com a antiga conversa em que o homem não gostava de trabalhar e um de seus únicos fatores motivacionais era o dinheiro. A teoria Y veio em meados da década de 50 para modificar esta visão do trabalhador perante as organizações. Esta teoria baseia-se no ponto em que o homem gosta de trabalhar, detém de responsabilidades, são motivados não só pelo dinheiro, são criativos, possuem determinação e motivação para planos de carreiras e, o mais importante, o homem é um ser pensativo provido de inteligência emocional para a realização de trabalhos cada vez mais intelectuais, deixando a mecanização um pouco ao lado de fora.

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Artigo: A sociedade de organizações

Por Leonardo Marioto

Com o advento da revolução industrial a sociedade se tornou uma sociedade de instituições. As organizações atuaram de forma direta para a transformação da sociedade em que vivemos a partir de pontos distintos. Dentro destes pontos podem ser destacados alguns relevantes aspectos como a substituição do trabalho braçal para o trabalho do pensar, a criação da subdivisão do trabalho fragmentando as várias partes dando início a um aumento na busca por tecnologias distintas e, por ultimo lugar, podemos destacar a produção em grande escala que conseqüentemente criou-se o conceito de mercado trazendo uma maior evolução do contexto em que vivemos. De acordo com Takeshy Tachizawa e Oswaldo Scaico (1997) antigamente as organizações visavam apenas o lucro, entretanto esta concepção de trabalho mudou-se e, ao invés das instituições ficarem preocupadas apenas com o lucro empresarial, elas começaram a ter que se preocupar com a sobrevivência no contexto da concorrência acirrada atual. Portanto com o aumento da concorrência entre empresas, elas começaram a se preocupar com a sua sobrevivência no mercado empresarial, e mirar-se não só apenas nos lucros, mas em um objetivo maior, ou, objetivos diversos que vai do lucro ao desenvolvimento de uma nova tecnologia, produto ou serviço prestado. De acordo com estes mesmos autores a modernidade organizacional deferiu os objetivos fragmentados em três áreas dinâmicas. A primeira tem a significância da lucratividade. A segunda área é o mercado com novos produtos, novos mercados, novos serviços entre outros. E por ultimo lugar temos a tecnologia empregada em cada organização, tendo como ‘’obrigação’’ os objetivos de atualização tecnológica no âmbito geral.

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Dica de livro: Drucker o Homem que Inventou a Administracao – Peter F. Drucker

Sinopse: Durante quase meio século Peter Drucker inspirou e ensinou valiosas lições aos administradores por meio dos artigos publicados na consagrada revista Harvard Business Review. Esse livro é uma inestimável coleção dos melhores trabalhos de Peter Drucker publicados pela revista. Nele, Drucker traça um painel claro e abrangente do pensamento e da prática da Administração – ilustrando como foi no passado e como será futuro. Com perspectiva amadurecida, essa coletânea revela as mais brilhantes idéias do homem que inventou a Administração.

Autor: Peter F. Drucker

Dica de livro: Teoria Geral da Administração

Sinopse: Este livro oferece subsídios importantes na construção da forma adequada do seu eu profissional, apontando caminhos para atuar em função executiva, ser uma pessoa empreendedora, atuar em consultoria ou mesmo conduzir sua própria empresa. Com freqüência o texto trata de ambos os sexos, alertando para as naturais diferenças comportamentais entre homem/mulher em momentos relevantes nas empresas. E é uma obra comprometida com a empresa brasileira, independentemente de seu porte, ou de sua importância no contexto nacional e internacional. O texto está focado nos primeiros quatro períodos de aula; portanto, nada foi escrito com o propósito de avançar no conhecimento acima do que é pedagogicamente correto, para não dificultar o necessário entendimento e encadeamento das disciplinas. Inicialmente, o livro mostra o alunado voltado também para outros interesses. Imaginar o corpo discente interessado apenas num bom emprego, numa empresa grande e ambicionando alta posição executiva é um ponto de vista que não mais faz sentido na atual juventude brasileira, que não pode mais desperdiçar talentos e tendências profissionais em função de uma única opção. Por isso, foi dedicado um capítulo para o tema empreendedorismo, mostrando mais essa opção que conduz a grandes desafios e sempre com a expectativa e grandes possibilidades de êxito. Destacam-se ainda na obra os capítulos sobre: abordagens convencionais na evolução, avaliação e reflexos no Brasil de hoje; abordagens contemporâneas e a primeira década do século 21; áreas típicas das empresas no Brasil; cotidiano das empresas, conhecendo as funções, procedimentos, técnicas e o ambiente organizacional; e mundo dos negócios: meios e modos para a conquista da excelência nas organizações.

Autor: Luis César G. de Araujo

Artigo: Culturas e subculturas

Todos nós vivemos em uma cultura determinada pela sociedade. Normas, regras, procedimentos de trabalho, maneiras de se fazer as coisas, pensamentos, todos estes aspectos estão ligados a cultura de uma determinada pessoa, grupo, sociedade, país e assim por diante. A cultura reflete a maneira de agir diante dos milhares de fatos que ocorrem durante o ciclo de vida de uma organização. Esta cultura é influenciada pelas pessoas, e por estas são também influenciada. Cada ser individualizado possui a sua própria cultura de vida, tornando-se um ser singular e complexo. Cada grupo possui culturas que diferem dos outros grupos, e por assim sendo, cada empresa contém sua cultura que se difere de outras empresas, até mesmo do mesmo ramo. Em se tratando de pessoa, a cultura pode ser definida como a sua personalidade, o seu modo de reagir aos acontecimentos e, logo, a personalidade em uma organização é denominada de cultura organizacional. É imprescindível destacar que a cultura de uma corporação é o agente que influencia o modo de se comportar a cada indivíduo que ali se situa. Os participantes agem de certa forma como devem agir sob certa cultura adaptando-se a modelos de comportamentos determinados pela organização. Uma pessoa agirá de um modo em uma empresa de fabricação de determinado produto onde a padronização é um elemento intrínseco, e com certeza tomará outra forma de se proceder em uma empresa de serviços cuja finalidade é a inovação.

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