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Artigo: Simplesmente líderes

Por Leonardo Marioto

Antigamente as características de liderança desenvolvidas por cada um eram tidas como características inatas, ou seja, líderes já nasciam líderes. Hoje em dia esta visão de liderança está mudando graças a estudos e grandes pensadores da administração entre outras áreas. Esta ideia moderna nos abre um leque de possibilidades de como gerir uma empresa e seus liderados. Se tratássemos o conceito de liderança como características inatas não poderiamos ter chances de desenvolver estes aspectos em pessoas potencialmente ligadas a características de liderança e muito provavelmente perderíamos a chance de desenvolver diversos líderes em potencial que poderiam dar suas contribuições em organizações. Graças a este olhar diferenciado podemos desenvolver pessoas com o intuito de melhorá-las dando chances a elas para serem líderes. As características quê diferem pessoas ‘’normais’’ para líderes são diversas como, por exemplo, capacidade de persuasão, autonomia pessoal, inteligência emocional, motivação, determinação e muito trabalho árduo.  Acredito que duas das características mais importantes para quem deseja se tornar líder de sucesso são a determinação e o trabalho árduo, pois, como já disse, as características de liderança podem ser desenvolvidas e, por tanto, com determinação e muito trabalho você conseguirá auferir seus resultados. Mas é óbvio que existem pessoas e pessoas, e por tanto, algumas possuem maiores facilidades em determinadas áreas.

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Artigo: Um líder não cria liderados, mas sim outros líderes

Por Leonardo Marioto

Em quase todos os textos que vemos sobre liderança lemos muito sobre lideres e liderados. Lideres criam liderados, mas para quê? Para que criarmos pessoas submissas uma das outras, se o sentido para a vida é a conquista da autonomia pessoal e profissional? Desenvolver a autonomia nas pessoas é um processo demorado e complexo que requer muita elaboração pessoal. A área de psicologia nos auxilia muito nesta prática. Uma das coisas mais prazerosas da vida é ter absoluta autonomia em seus lugares de escolha. Que autonomia é esta? É a conquista da singularidade que equivale a cada sujeito no sentido de conseguir se colocar em suas opções de escolha para a vida, ou seja, se você deseja ser um médico, lute por isto e se torne um médico mesmo com as contradições de algumas pessoas te dizendo para fazer engenharia. Se sua escolha é se tornar um médico e você consegue se tornar um, você está conseguindo seus lugares de autonomia, pois mesmo com outras pessoas dizendo para fazer outra coisa, você seguiu sua escolha independentemente de outras opiniões..

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Artigo: Crie vários líderes em sua organização!

Por Leonardo Marioto

Já escrevi em outros artigos sobre a importância de termos   diversos tipos de líderes dentro de uma organização. Escrevo mais um texto descrevendo este conceito, pois acredito fielmente na previsão da modernidade onde irão atuar vários líderes de diferentes tipos para determinados cargos e distintas funções. O trabalho está tomando outras dimensões, principalmente em instituições privadas. Como já disse em vários outros textos, os cargos estão se tornando mais intelectualizados e cada vez menos mecanicistas. E o que poderemos fazer para que as pessoas consigam adequar e se adaptar a esta nova ordem empresarial? Em minha opinião há uma única solução: a criação de vários estágios de liderança para cada participante das corporações.

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Artigo: O que é gestão participativa e suas possibilidades

Por Leonardo Marioto

A modernidade nos pede maiores conciliações entre trabalhadores de todos os escalões da hierarquia projetada. Trabalhadores do chão de fábrica até os altos executivos tomadores de decisões estão a caminho de uma gestão participativa. Esta gestão participativa requer o envolvimento de todos os integrantes das organizações, ou seja, dos mais baixos escalões aos mais altos cargos e funções. Entretanto como podemos juntar todos os trabalhadores de uma empresa em um só modelo de gestão, onde cada um tem sua devida importância no trabalho, adquirindo uma maior satisfação para realizar cada tarefa e função independentemente do cargo em que o indivíduo ocupa? Tomando como referência neste assunto destaco o livro de Robert Henry Srour ‘’Poder, cultura e ética nas organizações’’, onde Robert nos dá duas possibilidades para esta gestão participativa:

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