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Artigo: Qual a importância das organizações em nossas vidas?

Por Leonardo Marioto

Por onde olhamos nas ruas das cidades vemos organizações, empresas e corporações de todos os tamanhos e tipos. Com a crescente de organizações não governamentais podemos ver que a cada passo que nos é dado, nos centramos mais nas organizações, mesmo sem fins lucrativos. As pessoas passam uma grande parte de seus tempos em empresas, trabalhando e se dedicando por propósitos pessoais em conjunto de objetivos organizacionais, ocorrendo uma mútua parceria. Nos dias de hoje é impossível vermos o mundo sem corporações, elas são servidas para diversos meios e fins, objetivos e resultados. Toda e qualquer pessoa passa ou passará seu tempo dedicando ao trabalho nas empresas, e isto se tornou inevitável com a crescente onda de oportunidades e carreiras. Mas qual o propósito de uma organização? E por que não podemos mais viver sem elas? Diversas respostas podem ser dadas a estas relevantes questões, no entanto irei focar em minha visão do que é uma completa organização.

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Artigo: Responsabilidade social das empresas perante aos participantes das organizações

Por Leonardo Marioto

Como já disse em vários outros artigos, as empresas estão tendo responsabilidades acima dos níveis organizacionais que tinham antes. Nos tempos de início das corporações o fator mais importante era o dinheiro, e os chefes de organizações canalizavam suas energias em um funil que se deparava com o acúmulo de riquezas. Em outros tempos o ingresso da teoria X era o que importava intrinsecamente para lidar com as pessoas e com os seus fatores de produção, tendo como maior meta o lucro, deixando um dos fatores principais de lado que eram as pessoas e suas complexidades de comportamentos. Entretanto esta mentalidade ultrapassada vinda da teoria X veio sendo lapidada aos poucos até a chegada da teoria Y, onde se opôs com a antiga conversa em que o homem não gostava de trabalhar e um de seus únicos fatores motivacionais era o dinheiro. A teoria Y veio em meados da década de 50 para modificar esta visão do trabalhador perante as organizações. Esta teoria baseia-se no ponto em que o homem gosta de trabalhar, detém de responsabilidades, são motivados não só pelo dinheiro, são criativos, possuem determinação e motivação para planos de carreiras e, o mais importante, o homem é um ser pensativo provido de inteligência emocional para a realização de trabalhos cada vez mais intelectuais, deixando a mecanização um pouco ao lado de fora.

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Artigo: A sociedade de organizações

Por Leonardo Marioto

Com o advento da revolução industrial a sociedade se tornou uma sociedade de instituições. As organizações atuaram de forma direta para a transformação da sociedade em que vivemos a partir de pontos distintos. Dentro destes pontos podem ser destacados alguns relevantes aspectos como a substituição do trabalho braçal para o trabalho do pensar, a criação da subdivisão do trabalho fragmentando as várias partes dando início a um aumento na busca por tecnologias distintas e, por ultimo lugar, podemos destacar a produção em grande escala que conseqüentemente criou-se o conceito de mercado trazendo uma maior evolução do contexto em que vivemos. De acordo com Takeshy Tachizawa e Oswaldo Scaico (1997) antigamente as organizações visavam apenas o lucro, entretanto esta concepção de trabalho mudou-se e, ao invés das instituições ficarem preocupadas apenas com o lucro empresarial, elas começaram a ter que se preocupar com a sobrevivência no contexto da concorrência acirrada atual. Portanto com o aumento da concorrência entre empresas, elas começaram a se preocupar com a sua sobrevivência no mercado empresarial, e mirar-se não só apenas nos lucros, mas em um objetivo maior, ou, objetivos diversos que vai do lucro ao desenvolvimento de uma nova tecnologia, produto ou serviço prestado. De acordo com estes mesmos autores a modernidade organizacional deferiu os objetivos fragmentados em três áreas dinâmicas. A primeira tem a significância da lucratividade. A segunda área é o mercado com novos produtos, novos mercados, novos serviços entre outros. E por ultimo lugar temos a tecnologia empregada em cada organização, tendo como ‘’obrigação’’ os objetivos de atualização tecnológica no âmbito geral.

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Artigo: Administração de carreiras: Empresas x Pessoas

Por Leonardo Marioto

Com o aumento da complexidade organizacional deu-se o surgimento da administração de carreiras, que são as oportunidades de crescimento das pessoas para dentro das organizações. Esta administração de carreiras surgiu como uma inovação dinâmica das empresas, onde a competitividade é uma das grandes marcas deste período moderno, e por isso, da administração de carreiras ter se tornado uma grande oportunidade para as pessoas e corporações se manterem dinâmicas e com uma busca contínua de desenvolvimento. A definição de carreira nos leva para dois caminhos: o primeiro no sentido de um caminho a ser percorrido por determinada pessoa para que esta chegue em seu lugar de escolha, ou também podemos definir o tema como uma profissão, como carreira militar. Van Maanen define carreira como um caminho estruturado e organizado no tempo e espaço que pode ser seguido por alguém (Van Maanem, 1977). O termo também foi cunhado por London e Stumph (1982 : 4) como seqüência de posições ocupadas e de trabalhos realizados durante a vida de uma pessoa. Todas estas definições nos levam para a conquista de uma autonomia a ser trilhada, distintas a cada ser humano, pois, cabe a cada um trilhar o seu próprio caminho. Este é o grande barato do tema, pois cada um possui o livre arbítrio de trilhar o seu próprio caminho, conquistando sua carreira em si.

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Artigo: Ética: Um aspecto distinto

Por Leonardo Marioto

O que ética? Ética é o código de normas e morais que regulamenta o comportamento de indivíduos tanto em suas vidas profissionais quanto pessoais. A ética vem com uma bagagem de princípios que são muito distintos para cada pessoa ou organização. Portanto se baseando nesta lógica o que é ético para alguma organização pode não ser tão ético assim para outrem. Ser ético hoje em dia é ser uma pessoa que segue seus valores intrínsecos vivenciados e criados desde a infância. A ética a meu ver é o código seguido distinto por cada pessoa que se instaura em seus valores morais. Ser ético então poderia dizer que é um conjunto de valores espalhados em nós. Estes valores são conquistados e concretizados na medida em que vamos crescendo e colocando-se no mundo, como no mundo dos negócios. Ser ético vai muito mais além de seguir certos códigos descritos por alguma pessoa. Ser ético é seguir o que você acha que é o certo a fazer em determinadas situações. Enfim, o que pode ser ético para uma pessoa, pode não ser para outra, e, como acontece nas organizações, à ética está inter-relacionada com a cultura de uma empresa. Ética pode ser definida também como o conjunto de ações que não prejudiquem outras pessoas. O autoconhecimento nos faz perceber o que é ético para nós. Por que o autoconhecimento nos traz isto? Pois quando nos conhecemos sabemos o que achamos ser certo ou errado. Para a pessoa saber o que é certo ou errado, ela busca em si mesma seus conjuntos de valores, e esse conjunto de valores e princípios individuais são determinados desde a infância que vão se aperfeiçoando até a vida adulta.

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